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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Prostituição infantil, uma forma de sobrevivência


 
Prostituição infantil, uma forma de sobrevivência

Quando falamos em prostituição infantil somos levados automaticamente a falar em Família.  Pois na maioria dos casos, as meninas entram nessa vida por viverem em um  sistema familiar desestruturado, tanto psicologicamente quanto financeiramente.
A criança conhece esse ambiente por influencia de conhecidos ou amigos e acaba se aventurando neste ato da venda do seu próprio corpo. E acha ali, um meio fácil de obter recursos financeiros e ter uma vida ilusória de luxo e conforto.
Esta ilusão é mantida por pessoas que tem um capital alto que incentivam essas garotas dando dinheiro, presentes, passeios, entre outras mordomias sonhadas por qualquer pessoa. O mundo capitalista influencia as jovens, no ato do consumismo para ostentar um alto padrão de vida.
Muitas vezes, a prostituição abre portas para outros caminhos prejudiciais para esses menores, exemplo disso, é o envolvimento com o mundo das drogas. Existem clientes usuários de drogas, que obrigam as vítimas de prostituição, experimentarem entorpecentes.
Quando as prostitutas atingem um estado financeiro melhor e começam a se sentir mais a vontade com sua vida, a busca por novos meios de se satisfazer como consumistas é eminente. Elas encontram nas drogas essa nova forma de se satisfazer e até mesmo de se sentirem incluídas nesta vida.
Ao mesmo tempo em que existem moças que fazem programas por dinheiro, encontramos também as que procuram este cenário por prazer, as chamadas ninfomaníacas. Procurando em inúmeras pessoas um modo novo de satisfazer seus desejos sexuais.
Segundo o psicólogo, André Acauan Reis, as jovens começam com esta vida de comercialização do seu corpo a partir de 12 anos aproximadamente. Em alguns casos, os pais forçam suas filhas a se envolverem com gente da alta sociedade para no futuro as subornarem. Exigem dinheiro ou outros bens materiais em troca do silêncio.
Outro tipo de prostituição infantil, e que é considerado bem mais grave, é o tráfico de menores. Os chamados “agenciadores” convencem os pais com propostas mentirosas de uma vida melhor para os filhos e os levam para lugares onde servirão de objetos 
Jornalistas: André Vasconcelos, Janderson Brandão, Juliane Bitar, Nádya Azevêdo, Naymê Godinho, Osnam Cid, Wully Cristina.

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